Em uma corte de contas do Pará, o chefe de gabinete virtual da presidência, alcunhado como “Augustinho Carrara” , em evidente alusão as suas vestes excêntricas e espalhafatosas, está “roendo uma pupunha” para conter o excesso de vaidade de duas dondocas: a “Baiacú” que gosta de mandar em tudo, até no terreno alheio, e uma secretária, conhecida no meio como “a controladora”. Recentemente, “Carrara” deu ordem expressa para que sejam ignoradas todas as intervenções da “Baiacú”. O que se diz é “Augustinho Carrara” terá que recorrer aos orixás para acalmar os ânimos aflitos daquela que é “altamente venenosa”.